Programação

Apresentação
Comunicação Não-Violenta

Apresentação
Comunicação Não-Violenta

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24 de outubro, 19h

Eventos acolhidos / 2018

Com Dominic Barter

As apresentações de Comunicação Não-Violenta são encontros breves e dinâmicos que servem para oferecer um gosto desta pesquisa prática, a partir da experiência de quem desenvolve projetos de aplicação dos princípios da não-violência. A proposta é organização do Coletivo de diálogo e diversidade de táticas.



A Comunicação Não-Violenta

A Comunicação Não-Violenta promove a competência relacional e a resiliência emocional necessárias para sustentar parcerias fortes e flexíveis e transformar conflito em conexão. Ela nos chama a experimentar novas possibilidades de comunicação eficaz, apoiando uma compaixão pessoal e socialmente engajada baseado na inteligência dos nossos corações.


Uma pesquisa prática iniciada por Dr. Marshall Rosenberg, a Comunicação Não-Violenta atua em três níveis interconectados - o intrapessoal, o interpessoal e o sistêmico - resgatando o poder do diálogo e da empatia, mesmo perante comportamentos e sistemas sociais desafiantes. O resultado é a redescoberta da cooperação.


As apresentações

Apresentações breves e dinâmicas são uma ótima forma de conhecer algumas das muitas aplicações práticas dos princípios da não-violência na vida diária – na família, nos relacionamentos afetivos, no trabalho e na convivência com os sistemas sociais que tanto impactam nosso bem estar.


Público

Este evento é aberto a todas as pessoas interessadas em aprimorar sua habilidade de conviver de formas compassivas. Não há inscrição.

Caso exista a necessidade de trazer bebês e crianças são bem-vindos, mesmo que não haja condições ou pessoas dedicadas a cuidar delas durante o evento.

Pedimos que quem tem locomoção diferenciada nos avisem nos comentários para que possamos facilitar a sua participação e autonomia no local.


Os educadores

O encontro será facilitado por Dominic Barter, colega e aprendiz do Marshall Rosenberg durante 18 anos, ex-presidente do conselho diretor do Centro internacional de Comunicação Não-Violenta, precursor dos Círculos Restaurativos no Brasil, mediador, e parceiro do Espaço Beta, uma nova escola pública de ensino médio.


Doação

A participação é aberta a todos. Durante o evento, convidaremos todos a praticarem a Corresponsabilização Financeira - uma forma desenvolvida por Dominic de receber contribuições financeiras que viabiliza a realização do evento e a vida e projetos de quem o fez, sem excluir. Depois dividiremos os valores recebidos entre quem fez o evento, coletivamente prezando seu bem estar, os custos do evento e nossa atuação com a Comunicação Não-Violenta no mundo.


Usaremos o mesmo processo para facilitar os custos com transporte, etc. de quem precisa apoio material para participar no dia.



A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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