Programação

Temporada 2019
Quando Quebra Queima

Temporada 2019
Quando Quebra Queima

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15, 22 e 29 de março

Sextas, às 20h


Sessão extra

23 de março, às 20h

Ingressos a 5 reais

vamos ocupar as escolas

vamos ocupar as ruas

vamos ocupar os teatros

vamos ocupar as universidades

vamos ocupar tudo!


Depois de 1 ano da sua estreia na Casa do Povo, e de uma circulação por diversos espaços da cidade, a coletivA Ocupação apresenta uma nova temporada de Quando Quebra Queima. 


Quando Quebra Queima é um espetáculo com estudantes e performers que participaram do movimento secundarista entre 2015 e 2016 e viveram o processo de ocupações e manifestações. Fruto da primavera secundarista, 15 corpos insurgentes deslocam para a cena a experiência que tiveram dentro das escolas ocupadas, criando uma narrativa coletiva e comum a partir da perspectiva de quem viveu intensamente o dia a dia dentro deste movimento que foi um dos grandes acontecimentos políticos dos últimos anos.


A peça, que está na fronteira entre performance e teatro, é uma “dança-luta” coletiva construída a partir das vivências e memórias de cada performer: diários, textos, músicas de protesto, coreografias, e fotos feitas pelos próprios secundaristas compõem a cena.



Ficha técnica


Criação: Abraão Santos / Alicia Esteves / Alvim Silva / Ariane Fachinetto / Beatriz Camelo / Gabriela Fernandes / Ícaro Pio / Leticia Karen / Lilith Cristina/ Marcela Jesus / Matheus Maciel / Mel Oliveira / André Dias de Oliveira / Heitor de Andrade / Martha Kiss Perrone / Mayara Baptista / Pedro Veríssimo

Direção: Martha Kiss Perrone

Produção: Otávio Bontempo e Lilith Cristina

Iluminação: Alessandra Domingues

Assistência de iluminação: Beatriz Camelo

Preparação corporal: Natália Mendonça

Apoio figurino: Luciana Mugayar

Foto: Mayra Azzi



Leia mais


"A ColetivA Ocupação dança a sua revolução por meio dos corpos do secundaristas que participaram das manifestações e ocupações contra a reforma escolar em 2015."

Iara Biderman, Folha de São Paulo


“...Uma característica, no entanto, fundamental e inovadora de Quando Quebra Queima: a narrativa é feita, encarnada e encenada pelos próprios protagonistas, que ocuparam escolas, ETECs e fábricas de cultura. Vozes próprias e polifonia." 

Jean Tible, Urucum


Looking Back 2018: Brazil and the Body-ElectricLatin American artists respond to nationalism, climate change, and other urgent crises

Fernanda Brenner, Frieze magazine



A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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