Programação

Redação Aberta
Énois Conteúdo

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2 de maio,

19h às 22h

Redação Aberta é um espaço de oficinas onde jornalistas e cidadãos se reúnem para discutir questões, compartilhar recursos e conhecimento e aprender a relatar e investigar histórias em seus territórios. 


O projeto é uma parceria da Énois, com o City Bureau – um laboratório de jornalismo cívico sem fins lucrativos baseado em Chicago, nos EUA – para implementar o programa Public Newsroom, que discute, debate e desconstrói o jeito que comunidades são reportadas (ou não) na mídia, trazendo-as para o processo de construção de informações que irão melhor atendê-las.


As oficinas acontecem todo mês na Casa do Povo ou em locais parceiros. Confira a programação:


#5 Credibilidade no jornalismo, desinformação e democracia

14 de maio, das 19h às 22h

Com Angela Pimenta, do Projeto Credibilidade.


#4 Liberdade de Imprensa na Era Digital

2 de maio, das 19h às 22h

Com Jane Kirtley, da Faculdade de Jornalismo da University of Minnesota e diretora-executiva por 14 anos do The Reporters Committee for Freedom of the Press e os jornalistas Vagner Alencar, da Agência Mural de Jornalismo das Periferias, e Nina Weingrill, da Énois.


#3 Jornalismo Independente e Mercado de Trabalho 

16 de abril, das 19h às 22h

Com Ana Flávia Marx, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé


#2 O que a Lei de Acesso à Informação pode fazer por você? 

27 de março, das 19h às 22h 

Com Marina Atoji, da Abraji, e Priscila Pacheco, da Agência Mural de Jornalismo das Periferias


#1 Como cobrir violações de direitos nos territórios 

20 de fevereiro, das 19h às 22h

Com Maria Theresa Cruz, da Ponte Jornalismo






A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).