Programação

Publicação
O quão polonês você se sente hoje?

Publicação
O quão polonês você se sente hoje?

capa
1/1

2016 

Editado pela Casa do Povo e pela Editora Narrativa Um, o livro acompanha o projeto Refúgio Polonês como um todo e opera também como um (des)guia da participação da comunidade polonesa na formação de São Paulo, apontando assim para o devir judaico dos poloneses, a história polonesa dos judeus, a presença polonesa em São Paulo e a sobreposição de territórios numa cidade fértil em criação de outros espaços possíveis. 


A publicação é divida por temas que se articulam a partir de referências, construções, marcos arquitetônicos, personalidades, lugares de memória e heranças diversas desta comunidade imaginada pelos editores. A partir das contribuições de imigrantes e seus filhos, e de suas múltiplas identificações (um shtetl, uma língua, uma comida, um lugar, uma terra ou um imaginário), cada parte tenta desconstruir rótulos culturais, sejam eles poloneses ou brasileiros, tornando essa presença mais rica e complexa.


A publicação está à venda na Casa do Povo durante o horário de funcionamento (R$20). 



Ficha técnica


Edição Casa do Povo e Narrativa Um

Organização Benjamin Seroussi, Jakub Szczęsny, Mariana Lorenzi, Monica Musatti Cytrynowicz, Renato Cymbalista, Roney Cytrynowicz

Coordenação editorial Ana Druwe e Mariana Lorenzi

Design gráfico Estúdio Campo

Textos Aleksandra Pluta, Benjamin Seroussi, Clarice Reichstul, Diego Matos, Eide Feldon, Giselle Beiguelman, Jakub Szczęsny, Lilian Starobinas, Mariana Lorenzi, Michel Gorski, Monica Musatti Cytrynowicz, Peter Pal Pelbart, Renato Cymbalista, Ricardo Muniz, Roney Cytrynowicz e Silvio Hotimski

Fotografias Tinko Czetwertynski

Tradução Emma Young

Revisão do português Gilda Morassutti

Revisão do inglês Pedro Köberle



A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

  • Filtrar
  • Atividades regulares
  • Obras comissionadas
  • Publicações
  • Eventos acolhidos
  • Plataformas
  • Ver todos
Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).