Programação

Povo na Pina

Povo na Pina

atelie vivo na pina
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Povo da Pina é a programação do Povo da Casa na Pinacoteca de São Paulo. Os coletivos que usam a Casa do Povo organizam ativações pontuais no espaço do Octógono, como parte da exposição Somos muit+s: experimentos sobre coletividade, em cartaz até 28 de outubro.   


Confira a agenda de ativações da Casa do Povo:


Ponto Firme

18, 25 e 29 de setembro, das 15h às 18h

O projeto propõe a construção de grandes estruturas de crochê utilizando principalmente materiais descartados gerados pela própria Pinacoteca. A oficina é conduzida pelo designer e artesão Gustavo Silvestre com participação dos egressos e ex-alunos do Ponto Firme, projeto que há quatro anos leva aulas de crochê para dentro de uma penitenciária masculina. Aberto à participação do público e visitantes de todas as idades.


Coral Tradição

22 de setembro, 11h

O Coral Tradição canta exclusivamente na língua ídiche e desenvolve suas atividades na Casa do Povo desde 1988. Regido pela maestrina Hugueta Sendacz, o repertório do Coral é composto por músicas folclóricas e populares. Seu objetivo é preservar as canções e outros valores culturais criados em ídiche para transmiti-los às novas gerações.


Ateliê Vivo

22 de setembro, das 14h às 16h

O encontro propõe que os participantes levem peças de roupas e tecidos que possam ser recortados para servir de matéria prima para a construção do painel cujo tema será “O que é um coletivo para você hoje?”. As peças de roupa e tecidos das pessoas vão se misturar e, juntos, com costura a mão e bordado, o grupo fará uma colagem têxtil.


Grupo Mexa

20 de outubro, das 11h às 14h 

O Grupo MEXA, segundo o próprio coletivo define, é formado por “uma equipe interdisciplinar: artista, ativista, cabeleireira, atriz, cineasta, comunicadoras, jornalista, fotógrafa e as sem profissão (...), LGBT, QIA, cadeirantes, negros”. O coletivo usará o espaço para ensaiar a performance que estão desenvolvendo para a Bienal de Dança. Será uma espécie de processo aberto da obra em construção.


A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).