Programação

Poéticas de resistência
descolonização e imagem

Poéticas de resistência
descolonização e imagem

poéticas
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Roda de conversa

04 de abril, 19h

Oficina de lambes

06 de abril, 13h30

A Casa do Povo e o Parquinho Gráfico recebem a artista Sallisa Rosa para dois encontros de debate e produção em torno da colonização, com enfoque nos povos indígenas, como processo em andamento. Acompanhe a programação:



Roda de conversa

Descolonização e imagem

04 de abril, quinta-feira, 19h


Conversa sobre descolonização e identidades nativas contemporâneas que parte da exibição de imagens propostas por Sallisa, como o fotofilme Oca do Futuro (9 min, 2018), de sua pesquisa e de outros profissionais da fotografia e artistas.



Oficina de lambes 

Poéticas de resistência

06 de abril, sábado, 13h30


A oficina segue com a reflexão sobre poéticas da resistência e processos de descolonização das imagens com a apresentação destes temas no trabalho da artista para que, em seguida, os participantes realizem a produção de cartazes e lambe-lambes relacionados às lutas indígenas no atual contexto político.


Para participar desta atividade, é necessário fazer inscrição neste link até dia 01/04. A oficina conta com 15 vagas, 8 para pessoas indígenas, 7 para pessoas não-indígenas.



Sobre Sallisa Rosa


Jornalista, fotógrafa, produtora de conteúdo e artista formada em jornalismo, mestre em criação e produção de conteúdo audiovisual pela UFRJ. Fez o fotofilme Oca do Futuro (2018) e instalação com o mesmo nome para o Museu de Arte do Rio, MAR (2017). Dedica-se a investigações contemporâneas de imagens e temas que a atravessam, como sua própria identidade, o universo feminino, futuro, ficção e descolonização.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).