Programação

Mutirão de (des)organização
Mariana Lanari

Mutirão de (des)organização
Mariana Lanari

mutirão
1/1

20 de julho

14h às 21h

2019

No contexto da exposição Voz ativa: Biblioteca social, a artista Mariana Lanari organiza um mutirão com o objetivo de criar um mapeamento coletivo da biblioteca da Casa do Povo.  Na sequência acontece uma conversa sobre o futuro da biblioteca e bibliotecas do futuro, um dos eixos de pesquisa da artista para o Arquivo Vivo.



Programação


14h às 18h

Mutirão de (des)organização do rizoma de livros

Junto com a artista Mariana Lanari, um mutirão de leitores irá acelerar o mapeamento coletivo da Biblioteca da Casa do Povo. A separação por idioma e estado de conservação soma-se à critérios menos objetivos, a serem articulados coletivamente pelo grupo. A ideia é estabelecer novas relações dentro do acervo da Casa. Inscrições AQUI.


18h às 19h30 

Conversa aberta: Precisamos falar sobre a biblioteca

A partir das percepções despertadas pelo trabalho realizado durante a tarde e pelas discussões em torno da ideia contemporânea de biblioteca, faremos uma roda de conversa com leitores, bibliotecários, professores, agentes culturais, arquitetos, programadores e todos os demais interessados sobre o tema do acesso à informação na era digital.


19h30 

Remix de leituras

As leituras registradas nas últimas semanas pela exposição serão remixadas pela artista e os participantes são convidados a incluir suas vozes no arquivo e na trilha sonora do trabalho. 

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).