Programação

MITsp / Ações Pedagógicas
Coletividades em cena - Encontros de resistência

MITsp / Ações Pedagógicas
Coletividades em cena - Encontros de resistência

mitsp oficina
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11 a 15 de março 

Segunda a sexta, das 9h às 13h


Inscrições abertas até 01 de março

Eventos acohidos / 2019

A Casa do Povo acolhe parte da programação das Ações Pedagógicas da

Mostra Internacional de Teatro de São Paulo / MITsp. A oficina Coletividades em cena - Encontros de resistência é voltada para artistas, ativistas, educadores, jornalistas, integrantes de movimentos sociais e estudantes. 


Existe a performance cidadã? Como ações performativas promovidas por movimentos sociais tensionam as fronteiras entre política e arte? Por que vamos para as ruas? E por que, quando vamos às ruas, carregamos um lenço verde, um cartaz com a foto de uma filha ou filho desaparecido, empilhamos cadeiras escolares na avenida ou realizamos uma dança ancestral, por exemplo? O que queremos visibilizar? Qual a razão de expormos nossos corpos e levantamos nossas vozes, fazendo-nos conhecidos publicamente? O que o lenço verde, a foto da jovem desaparecida, a cadeira escolar ou a terra usada na performance representam?


Durante cinco dias, ativistas, performers e representantes de movimentos sociais da América Latina – todos eles com histórico de participação em atos públicos – experimentam uma proposta de convívio a fim de compreender e partilhar as causas que os movem. O desafio, proposto ao grupo, é o da criação de uma intervenção coletiva, em qualquer formato (manifesto, ato público, marcha, ação artística etc.) e usando materiais trazidos de seus contextos, que dê conta dos desejos e lutas de todos e na qual todos se sintam contemplados. Estarão presentes integrantes de Ni Una Menos, Argentina; H.I.J.O.S (Hijas e hijos por la identidad y la justicia contra el olvido y el silencio), Colômbia; Grupo VIDA e Movimiento Madres y Padres de Ayotzinapa, México; Marcha das Margaridas, Mães de Maio e Equipe de Base Warmis, Brasil; além de duas artistas, uma mapuche e outra venezuelana. Os encontros estarão abertos a participantes brasileiros, mediante inscrição.


Participantes confirmados

Agustina Frontera (Argentina) – Ni Una a Menos

Alejandra Gaviria (Colômbia) – MOVICE y H.I.J.O.S

Cristina Bautista (México) – Madres y Padres de Ayotzinapa

Debora Maria da Silva (Brasil) – Mães de Maio

Deborah Castillo (Venezuela) – Artista

Jobana Moya (Bolívia/ Brasil) – Equipe Warmis

Lorenza Aillapán (Wallmapu/ Chile) – Artista mapuche

Maria José Morais (Brasil) – Marcha das Margaridas

Óscar Sanchez Viesca (México) – Grupo VIDA


Inscrição

11 de fevereiro a 01 de março


Vagas

35 participantes mediante inscrição

A oficina é voltada para artistas, ativistas, educadores, jornalistas, integrantes de movimentos sociais, estudantes, entre outros.


Resultado da seleção

6 de março 


INSCRIÇÕES AQUI

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).