Programação

GE de peito aberto
com Crioulla Oliveira

GE de peito aberto
com Crioulla Oliveira

crioulla oliveira
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4 de fevereiro, 19h30

2019

Atividade aberta

O GE_grupo maior que eu_ abre seu ano com uma nova edição do GE de peito aberto, em que convida Crioulla Oliveira, Ekedi candomblecista, fotógrafa, cineasta e documentarista paranaense, a compartilhar com o público suas experiências corporificadas sobre os orixás, especialmente a dança dos orixás. 


Crioulla Oliveira teve as primeiras noções de fotografia no final dos anos 90. Participou de diversas atividades culturais do movimento negro e do Ilê ao lado de sua mãe, Dona Vilma, assassinada com a sua filha e avó em 2013. Atua no cinema desde que foi morar em Salvador em 2008, e tem atuado como assistente de direção em produções realizadas em Brasilia e São Paulo. Estreou em 2016, no Festival de Kinoarte de Cinema, seu primeiro curta metragem como diretora, o documentário Dona Vilma, que conta a vida da sua mãe como ativista, mãe de santo e dona de casa. Atualmente vive em São Paulo, e se dedica em atividades culturais e sociais e aprofunda seus conhecimentos das ervas com pesquisas que realiza sobre a pratica das erveiras em todo o Brasil.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Rózà

Rózà

Rózà é um espetáculo multimídia construído a partir das cartas e textos de Rosa Luxemburgo. Em uma relação entre o teatro e o cinema através de projeções e imagens, a peça traz a figura revolucionária de Rosa para o presente, em diálogo com as lutas e insurgências de hoje. 

Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).