Programação

Exibição Auto de resistência
Cura Brá Cura Té

Exibição Auto de resistência
Cura Brá Cura Té

auto de resistência
1/1

12 de julho, 20h

2019

No contexto da instalação Cura Brá Cura Té, parte da exposição Sopro, que acontece na Pinacoteca do Estado de São Paulo até 15 de julho, a Casa do Povo acolhe o artista Ernesto Neto para duas sessões de filme com debates nos dias 28 de junho e 12 de julho.


Programação


12 de julho, 20h

Exibição do filme Auto de resistência, de Natasha Neri e Lula Carvalho. Na sequência acontece uma conversa entre os diretores e Ana Paula de Oliveira com mediação de João de Mari, da Énois. Ana Paula de Oliveira é fundadora do Movimento Mães de Manguinhos. Seu filho, Johnatha de Oliveira Lima, foi assassinado com um tiro nas costas aos 19 anos.


Auto de resistência é um documentário sobre homicídios praticados pela polícia contra civis, no Rio de Janeiro, em situações inicialmente classificadas como legítima defesa. O morto é acusado de ser traficante e ter trocado tiros com a polícia, mas a narrativa policial é posta em cheque pelo surgimento de vídeos e pela luta de mães que tentam provar a inocência de seus filhos. O filme retrata o embate de versões no julgamento de casos nas varas dos Tribunais do Júri, os bastidores das investigações policiais, e a Comissão Parlamentar de Inquérito estadual instaurada para apurar o alto índice de mortes decorrentes da ação da polícia. 


Ficha Técnica


Direção: Natasha Neri e Lula Carvalho

Argumento e Roteiro: Natasha Neri e Juliana Farias

Produção Executiva: lia Gandelman e Joana Nin

Assistente de direção: Leo Nabuco e Juliana Farias

Direção de Fotografia: Lula Carvalho ASC, ABC – Pedro Von Krüger

Fotografia Adicional: Pablo Baião, Breno Cunha, David Pacheco e Jefferson Vasconcellos

Direção de Produção: Bruno Arthur

Montagem: Marilia Moraes, edt. 

Trilha Original: Alberto Continentino

Produção: Knofilme Produções Artísticas

Coprodução: ComDomínio / Canal Curta/ Riofilme 

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

  • Filtrar
  • Atividades regulares
  • Obras comissionadas
  • Publicações
  • Eventos acolhidos
  • Programação passada
  • Ver todos
Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).