Programação

Visual AIDS
Exibição + Debate

Visual AIDS
Exibição + Debate

cartaz
https://vimeo.com/302143743
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01 de dezembro,  

a partir das 17h30 / 2018

Organizada pela Visual AIDS, a 29ª edição do Dia Com(Sem) Arte [Day With(Out) Art] acontece no dia 1º de dezembro, Dia Mundial da Luta contra a Aids, apresentando neste ano DESFECHO EM DISPUTA, LEVANTE ATIVISTA [ALTERNATIVE ENDINGS, ACTIVIST RISINGS], uma sequência de minidocumentários sobre ativismo de pessoas vivendo com HIV/aids. A programação acontece simultaneamente em diversas cidades ao redor mundo. Em São Paulo, acontecerá em dois lugares – um deles é a Casa do Povo, que recebe o evento pelo segundo ano consecutivo em parceria com o Grupo Mexa e, este ano, com o coletivo Revolta da Lâmpada.


DESFECHO EM DISPUTA, LEVANTE ATIVISTA aborda o impacto da arte no ativismo e na luta contra a AIDS, comissionando vídeos em curta-metragem de seis coletivos e organizações comunitárias nos Estados Unidos — ACT UP NY, Positive Women’s Network – USA, Sero Project, The SPOT, Tacoma Action Collective, e VOCAL-NY. Os vídeos exibidos no programa apresentam estratégias organizacionais, da ação direta aos prestadores de serviços básicos, passando pela construção de um movimento contra o estigma da doença, enquanto analisa o papel de práticas criativas nas respostas à atual crise da AIDS.


A programação procura refletir as urgências da atual epidemia de HIV/AIDS ao apontar preocupações políticas. Nos vídeos apresentados, são abordados assuntos como a violência contra a população negra, a criminalização do HIV, a situação dos sem-teto e os efeitos desproporcionais do HIV em comunidades marginalizadas. Em um momento de crescente interesse pelas histórias do ativismo contra a AIDS,  DESFECHO EM DISPUTA, LEVANTE ATIVISTA  evidencia engajamentos contemporâneos entre ativistas, artistas e trabalhadores da cultura situados nas linhas de frente.



Programação


17h30 

Lançamento dos livros E se eu fosse puRa, de Amara Moira, e Putafeminista, de Monique Prada, seguido de conversa com as autoras.


20h

Exibição dos filmes do Visual AIDS


21h

Bate-papo com Carué Contreiras e Cadu de Oliveira (Revolta da Lâmpada) com a participação de Bianka Mahafe e

Lorhany Barbosa (TransAmigas)


A outra exibição do Day With(Out)Art em São Paulo acontece no evento Amem PositHIVas no Topo.



Dia Com(Sem) Arte [Day With(Out) Art]

Em 1989, para conscientizar o público de que a AIDS pode atingir a todos e inspirar ações positivas, a Visual AIDS apresentou o primeiro Day With(out) Art, estimulando museus e instituições de arte ao redor do país a cobrirem suas obras de arte, escurecerem suas galerias ou até permanecerem fechados ao longo do dia para representar simbolicamente a assustadora possibilidade de um futuro sem arte ou artistas. Desde então, o Day With(out) Art tem crescido e tornado-se um projeto colaborativo anual no qual organizações de todo o mundo apresentam exposições, projeções de filmes e programas públicos para destacar o trabalho de artistas HIV positivos e obras que abordam assuntos contemporâneos ligados à atual crise de AIDS.


Visual AIDS

Fundada em 1988, a Visual AIDS é a única organização de arte contemporânea totalmente comprometida com a prevenção do HIV e da AIDS, com a conscientização sobre a AIDS através da produção e apresentação de projetos de artes visuais, ao mesmo tempo em que dá assistência a artistas vivendo com HIV/AIDS e preserva o trabalho desses artistas, assim como as contribuições artísticas do movimento de luta contra a AIDS.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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