Programação

Atendimentos
Clínica Aberta de Psicanálise

Atendimentos
Clínica Aberta de Psicanálise

atendimentos
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Sábados

11h às 15h

Vivemos um momento de grandes impasses políticos, econômicos e ecológicos que exigem da psicanálise o deslocamento de suas crenças originais de modo a escutar as singularidades das experiências contemporâneas.

Clínica Aberta de Psicanálise vem do desejo de um grupo de analistas de que a psicanálise possa existir para além do consultório privado, de forma acessível e ampla na vida da cidade, intervindo nas condições de vida existentes a partir do entendimento do que é a vida inconsciente.


Como funciona


• O projeto funciona todos os sábados na forma de plantões psicanalíticos.
• Os atendimentos são individuais, gratuitos e acontecem em 4 horários: 11h, 12h, 13h e 14h.
• Os atendimentos são feitos por ordem de chegada. Uma lista é disponibilizada aos interessados no hall de entrada da Casa do Povo a partir das 10h30 com os horários disponíveis no dia.
• São oferecidos até 03 atendimentos por horário.  
• Caso o interessado deseje retornar mais de um dia, o atendimento será feito da mesma forma, por ordem de chegada. 


Clínica Aberta de Psicanálise é composta voluntariamente por:
Amanda Slaviero, Anne Egidio, Carolina Binatti, Daniel Golovaty, Fabrício Brasiliense, Luiza Sigulem, Manuela Crissiuma, Maria Aparecida Miranda, Mariana Paula Oliveira, Marianne De Toni, Paula Grimberg, Ricardo Cavalcante, Tales Ab’Sáber.


Dúvidas e outras informações podem ser enviadas para clinicaabertadepsicanalise@gmail.com


Siga e consulte a página da Clínica no Facebook para saber as últimas informações sobre os plantões.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).