Programação

Cestas de orgânicos do MST
Ponto de distribuição

Cestas de orgânicos do MST
Ponto de distribuição

manejricão cheiroso
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Entregas quinzenais 

às sextas, das 12h às 19h

A Casa do Povo é um ponto de distribuição quinzenal das cestas de orgânicos do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).


A proposta é uma iniciativa do MST - Grande SP através das Comunas da Terra, assentamentos com lotes pequenos voltados para produção de frutas e hortaliças. A ideia central é produzir alimentos sem veneno e inteiramente agroecológicos no cinturão verde de São Paulo, retomando a vocação dessa região na produção de alimentos para o abastecimento da cidade. A agroecologia significa cooperação com a natureza e com o trabalho livre e associado. Assim, as cestas vendidas respeitam a sazonalidade de cada alimento por um preço justo, revertido para quem produz. 


Como funciona

- As cestas agroecológicas custam R$ 35,00 e são compostas por 9 itens (2 folhas de salada, 1 ou 2 folhas de refoga, 2 temperos, 2 ou 3 frutas, 1 ou 2 raiz ou legume)

- Para encomendar, é necessário preencher o formulário da semana (disponível ao lado) e seguir as instruções corretamente.

- Após a confirmação, a retirada é feita de forma autossuficiente: a lista com os nomes de quem encomendou no dia fica disponível junto com a mesa dos alimentos. Basta assinalar o seu nome e retirar os itens que você encomendou. 


Avisos importantes

- Todas as cestas compradas devem ser retiradas no próprio dia, dentro do horário estipulado para a retirada, das 12h às 19h.

- A Casa do Povo não se responsabiliza pelas cestas que não forem retiradas dentro desse período.

- Todos os alimentos não retirados no dia serão doados para o bairro.


Não esqueça de trazer a sua sacola!


A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).