Programação

Comunicação Não-Violenta com Dominic Barter [Básico]

Comunicação Não-Violenta com Dominic Barter [Básico]

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20 de junho, quinta, das 19h às 22h

21 de junho, sexta, das 19h às 22h

22 de junho, sábado, das 10h às 19h

23 de junho, domingo, das 10h às 19h

A Casa do Povo acolhe o encontro Básico em Comunicação Não-Violenta com Dominic Barter, evento imersivo organizado pelo Coletivo de diálogo e diversidade de táticas. Leia as instruções sobre o funcionamento do evento e como participar.


 

A Comunicação Não-Violenta

 

A Comunicação Não-Violenta promove a competência relacional e a resiliência emocional necessárias para transformar conflito em conexão e sustentar parcerias fortes e flexíveis. Ela nos chama a experimentar novas possibilidades de comunicação eficaz, apoiando uma compaixão pessoal e socialmente engajada baseada na inteligência dos nossos corações.

 

Uma pesquisa prática iniciada há mais que 50 anos pelo Dr. Marshall Rosenberg, a Comunicação Não-Violenta atua em três níveis interconectados - o intrapessoal, o interpessoal e o sistêmico - resgatando o poder do diálogo e da empatia, mesmo perante comportamentos e sistemas sociais desafiantes.



O Básico


Depois de conhecermos a Comunicação Não-Violenta é comum experimentar um senso de desorientação tanto libertário quanto confuso. Observamos neste momento o valor de orientar-se por práticas que abordam de forma integrada nossas relações com nós mesmas, com as outras pessoas e com os sistemas sociais. O Básico tem o intuito de apoiar o crescer destas práticas - atividades específicas feitas diária ou quase diariamente, e norteadas pelos princípios de não-violência - para que nos amparam cada vez mais a navegar nossa vida cotidiana.


O evento é desenhado para acompanhar pessoas que já estão engajadas em desenvolver práticas de não-violência regulares. Aqui a palavra ‘prática’ tem um sentido bem específico - ela se refere ao equivalente da escala de um músico ou do condicionamento físico de um atleta. Ou seja, não se refere a intenções ou ações feitas no dia a dia, nem de projetos ou áreas de trabalho, mas sim tempo e atenção dedicada àquilo que fortalece o que fazemos no dia a dia.


Sua intenção é focar nas questões básicas antes compartilhadas (em Apresentações e Introduções), mas agora em condições que nos permitem mais tempo, lazer e companhia para investigar suas consequências nas nossas vidas cotidianas, já com o sustento de práticas autônomas diárias. Por isso o nome - simplório porém mais fácil de dizer do que 'Encontro de apoio ao desenvolvimento de práticas de não-violência diárias'.


Esta proposta está alinhada com seu atual momento de aprendizado em Comunicação Não-Violenta?

Quão estável, eficaz e regular está o funcionamento do seu sistema de apoio empático?

Com qual frequência você se dedica a pequenas atividades do dia-a-dia (como momentos focados de auto-empatia) que aterrissam seu novo agir?


O formulário de pedido de inscrição inclui perguntas que pretendem ajudar você e nós a sabermos se esse alinhamento se encontra, ou se uma melhor opção seria participar de outra Introdução, ou outra atividade coletiva.

 


Sobre o mediador

 

A mediação do encontro é feita por Dominic Barter, que durante 18 anos foi aprendiz e colega de Marshall Rosenberg. Serviu como presidente do conselho diretor do Centro Internacional de Comunicação Não-Violenta e desenhou seu atual processo de mudança institucional, além de ser precursor dos Círculos Restaurativos no Brasil e orientar aplicações de práticas restaurativas internacionalmente.

 

 

Bebês e Crianças

 

Algumas pessoas virão com bebês e crianças, pois de outra forma não teriam acesso ao evento. É proposto o cuidado coletivo dos mais jovens, para que essa responsabilidade não caia exclusivamente nas mães, pais ou responsáveis.

 

 

Sustentação financeira do evento

 

Todas são convidadas a praticar a Corresponsabilização Financeira - uma prática proposta por Dominic para conscientemente sustentar sistemas, projetos e eventos.

 

Durante o encontro serão compartilhados os custos de produção do evento e das vidas e dos projetos de quem o fez. Em seguida, será aberto um mecanismo de livre contribuição, para quem quiser. O valor total recebido será calculado e essa informação compartilhada. Cada pessoa envolvida na organização e realização do evento partilhará a importância seguindo suas necessidades atuais.

 

Este processo tem feito uma contribuição significativa ao aprendizado dos participantes, ao demonstrar como engajar transformativamente num sistema social e ao distinguir dinheiro da gratidão e da crítica construtiva.

 

O evento é assim aberto a todos, sem distinção por situação financeira. Ele e o percurso de aprendizado em Comunicação Não-Violenta de que faz parte somente se mantêm sustentáveis com o desejo dos participantes de ativamente nutrir atividades como essas.

 

 

Solicitação de inscrição

 

Para solicitar a inscrição, por favor preencha este formulário. Você receberá uma atualização sobre seu pedido a partir do dia 06 de junho.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Rózà

Rózà

Rózà é um espetáculo multimídia construído a partir das cartas e textos de Rosa Luxemburgo. Em uma relação entre o teatro e o cinema através de projeções e imagens, a peça traz a figura revolucionária de Rosa para o presente, em diálogo com as lutas e insurgências de hoje. 

Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).