Programação

Seminário
Arquitetura para autonomia

Seminário
Arquitetura para autonomia

Arquitetura
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29 de março

Comunidade Cultural Quilombaque


30 de março

Manhã e tarde: Teatro de Conteiner

Noite: Casa do Povo


31 de março

Manhã e tarde: Teatro de Conteiner

Encerramento: Estação da Luz


Inscrições aqui

A Casa do Povo acolhe, no dia 30 de março, parte da programação do seminário Arquitetura Para Autonomia: Ativando Territórios Educadores. O evento é organizado pelo instituto A Cidade Precisa de Você e pelo projeto Escola Sem Muros, e acontece também na Comunidade Cultural Quilombaque, na Estação da Luz e no Teatro de Conteiner.


A arquitetura sempre foi uma ferramenta para o poder, seja através de instituições políticas, símbolos econômicos ou de monumentos religiosos, e as relações de assimetria e dominação permanecem presentes nos modos de produção da profissão; no canteiro de obras ou no desenho. 


Como seria usá-la, através de iniciativas comunitárias, como um instrumento de descentralização de poder e da luta por direito à cidade? Como pensar uma prática da arquitetura que fomente a autonomia, quando o modelo de funcionamento das cidades, dos espaços e dos equipamentos públicos não permite a gestão compartilhada e participativa por parte da população?


Através da criação de um espaço de reflexão, diálogo e trocas de experiências, e saindo do modelo de seminário comum à academia, o evento pretende compartilhar uma inquietação - onde arquitetura, cidade, autonomia e educação se encontram? - e buscar o fortalecimento e a construção coletiva de uma arquitetura para autonomia, educadora, feita por e para as pessoas.



Inscrições:

A participação no seminário é gratuita. Para se inscrever, preencha o fomulário neste link.



Ficha Técnica:

Produção Executiva: Heloísa Sobral

Assistentes de Produção: Gabriela Franco e Julieta San

Curadoras: Ana Beatriz Giovani, Flavia Burcatovsky, Marcella Arruda e Ranyely Araujo

Comunicação: Ana Beatriz Giovani, Flavia Burcatovsky, Flavia Prado. Marcella Arruda e Ranyely Araujo

Gestão Financeira: Heloísa Sobral

Parceria de Fomento: Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo - CAU/SP

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).