Programação

30 anos do
Coral Tradição

30 anos do
Coral Tradição

coral tradição
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15 de dezembro, 16h

Encerrando a programação de 2018, a Casa do Povo celebra, no dia 15 de dezembro, os 30 anos de atividades ininterruptas do Coral Tradição


O Coral Tradição canta exclusivamente na língua ídiche e desenvolve suas atividades na Casa do Povo desde 1988. Seu objetivo é preservar as canções e os valores da cultura  ídiche para transmiti-los às novas gerações. Regido desde sua criação pela maestrina Hugueta Sendacz, o repertório do Coral Tradição é composto por mais de 100 músicas folclóricas judaicas e populares.


O ídiche é uma língua originada do alemão medieval, escrita no alfabeto hebraico. Era popularmente utilizado pela comunidade judaica da Europa do Leste até a Segunda Guerra Mundial. Após o fim da guerra e com a escolha do hebraico como língua oficial de Israel, o ídiche caiu gradativamente em desuso, porém, nos últimos anos o interesse pela língua voltou a crescer. Na Casa do Povo, a cultura ídiche está presente em  diversas ações ligadas à preservação da memória: do Coral Tradição ao grupo de estudos ídiche, passando pelo acervo documental e sua biblioteca, composta por mais de 4 mil títulos em ídiche.


Ficha técnica


Maestrina: Hugueta Sendacz

Pianista: Adriana Regina S. Rodrigues
Técnico vocal: Mario Rogério S. de Oliveira

Coralistas:
Amália Knoploch
Cláudio Weizmann
Daniel R. Amgel

Fany Kuperman

Heni E. Skitnevsky

Lídia Nobel

Lídia Weizmann

Malca Turchick

Marilza de Carvalho

Nochem (Nelson) Skitnevsky

Paula Ciobotariu

Raquel Budow

Terezinha M. da Silva

Walter Eugenio Tabacniks


Identidade visual: Laura Daviña/

Parquinho gráfico


A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


Acesse  as edições recentes abaixo.
Clique aqui para ver as edições antigas do Nossa Voz (de 1947 a 1964).