Programação

11ª Bienal de Berlim - Conversa com Lisette Lagnado, Solange Farkas e Benjamin Seroussi

11ª Bienal de Berlim - Conversa com Lisette Lagnado, Solange Farkas e Benjamin Seroussi

11 bienal de berlim
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21 de outubro,

19h30

2019

A Casa do Povo acolhe uma conversa com Lisette Lagnado, Solange Farkas e Benjamin Seroussi no contexto da 11ª Bienal de Berlim de Arte Contemporânea que acontece de 13 de junho a 13 de setembro de 2020 em diferentes locais da cidade de Berlim. 


Nessa discussão, Lisette Lagnado, uma das quatro curadoras da mostra, falará sobre a abordagem curatorial da próxima edição e compartilhará suas reflexões pessoais sobre a 11ª Bienal de Berlim por vir – concebida como uma série de experiências vividas que evoluem como um processo.


A 11ª Bienal de Berlim tem curadoria de María Berríos, Renata Cervetto, Lisette Lagnado e Agustín Pérez Rubio. Desde 6 de setembro de 2019, a Bienal de Berlim mudou-se para um espaço temporário na ExRotaprint, em Berlin-Wedding, e deu início à primeira experiência, intitulada exp. 1: The Bones of the World [exp. 1: Os ossos do mundo]:


“Os ossos do mundo é também o título de um diário de viagem escrito pelo artista brasileiro Flávio de Carvalho (1899-1973) durante o tempo que passou na Europa em meados da década de 1930. Hoje, esse material pode ser lido como um tipo de etnografia às avessas do Velho Mundo. Para nós, Os ossos do mundo é um ponto de partida, um movimento inicial, ciente da crueza do tempo e de suas promessas rompidas. Ao mesmo tempo, trata-se de um alegre reconhecimento da vida que ocorre em meio a, contra e apesar de estados gerais de ruptura por toda parte ao nosso redor. A partir daqui, começamos a nos mover.” (María Berríos, Renata Cervetto, Lisette Lagnado, Agustín Pérez Rubio)


A conversa é organizada pela Casa do Povo em colaboração com a Bienal de Arte Contemporânea de Berlim, com o apoio do Goethe-Institut São Paulo.

A programação da Casa do Povo amplia a noção de cultura, incorporando, além das práticas artísticas, diversas atividades como práticas corporais e de cuidado com a saúde. O código de cores, filtros e tags no site auxiliam a localização desse emaranhado de pessoas e iniciativas. Porosa, mutante e crítica, a programação permite que a instituição possa se estruturar sem se engessar, reinventar-se sem se precarizar, internacionalizar-se sem perder sua atuação local, para, enfim, experimentar outras formas de existência.

Atividades regulares

Cursos
Busca-se oferecer uma programação que desperte interesse no bairro e no Povo da Casa, a partir de práticas originais e acessíveis (para quem oferece, para quem acolhe e para quem frequenta).


Grupos de estudos
Em diálogo com os eixos de trabalho da Casa do Povo, os grupos de estudo têm modos de funcionamento diversos, alguns focados em processos, discussões e leituras internas e outros capazes de se desdobrarem em programações públicas

Projetos

Obras comissionadas
A Casa do Povo convida artistas para desenvolverem trabalhos inéditos, adaptando sua estrutura física e garantindo a existência plena de cada projeto que realiza.


Publicações

Cada publicação é entendida como uma extensão dos projetos desenvolvidos e como parte da programação. 


Plataformas

Mesclando processos e resultados, discursos e gestos, produção artística e acadêmica, a Casa do Povo promove encontros sobre temas específicos em consonância com as urgências do presente.

A Casa acolhe

O Povo da Casa pode promover atividades públicas que integram a programação. Propositalmente descontínuas e flutuantes, essas atividades dialogam de forma estreita com os eixos de trabalho da instituição e ajudam a Casa do Povo a ser maior do que ela mesma, transbordando vida comunitária. 


Projetos e propostas podem ser enviados para o e-mail 

info@casadopovo.org.br e serão avaliados. Paralelamente, com o intuito de incentivar esse movimento, abre-se uma chamada aberta anual destinada exclusivamente a práticas coletivas.


Saiba mais como usar o espaço.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz é uma publicação da Casa do Povo. O jornal existiu junto à instituição, de 1947 a 1964, com textos em ídiche e português e um perfil editorial alinhado aos ideais de esquerda. Foi fechado pela ditadura militar, obrigando o seu editor-chefe Hersch Schechter e outros colaboradores a se exilarem. Foi relançado, em 2014, mantendo um diálogo com as suas premissas históricas e tendo seus eixos editoriais repensados. 


O comitê editorial conta com representantes das mais diversas áreas e se reúne regularmente para discutir as pautas que levam em conta a cidade, a memória e as práticas artísticas em consonância com a situação política atual.

A publicação tem distribuição gratuita e pode ser retirada na Casa do Povo durante o horário de funcionamento, nas instituições parceiras e em alguns estabelecimentos comerciais do bairro do Bom Retiro em São Paulo.


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