Povo da Casa

Parteironas Bruxonas

Parteironas Bruxonas

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Selecionada pela chamada aberta da Residência para Coletivos de 2018, a Coletiva Parteironas Bruxonas surgiu para questionar o modelo biomédico de saúde reproduzido atualmente, pautado na hipermedicalização, institucionalização da saúde, mercantilização e intervenção nos corpos das mulheres.


Formada por estudantes do curso de Obstetrícia da EACH-USP, as Parteironas Bruxonas desenvolvem oficinas e rodas de conversa para promover o autocuidado das mulheres na sua integralidade e complexidade, colocando-as no centro do processo de cuidado.


Nas atividades do grupo, busca-se aliar conhecimento, auto-observação, escuta e ferramentas práticas para que as mulheres possam assumir o controle de sua própria saúde. A doença, dentro dessa prática, é entendida como um desequilíbrio das energias do corpo, reforçando a importância de investigar as causas fisiológicas, psíquicas e emocionais envolvidas em cada corpo e a inclusão de práticas ancestrais como tratamentos naturais (como fitoterapia e aromaterapia).


"Se o nosso corpo é fonte de energia, de prazer e vida, promover o autocuidado é revolucionário."


As Parteironas Bruxonas estão em residência na Casa do Povo entre os meses de setembro e dezembro de 2018. As atividades abertas são divulgadas na agenda como parte da programação. 

Povo da Casa

Entre coletivos artísticos, movimentos autônomos, iniciativas comunitárias e associações do Bom Retiro, a Casa do Povo reúne projetos que fazem uso do espaço e participam de seu funcionamento. Essa comunidade autogerida, chamada Povo da Casa, desenhou uma série de acordos que garantem a sua participação na vida institucional. Forma-se, assim, um povo em constante construção – um encontro de iniciativas coletivas que driblam as diferenças culturais para criar um conjunto cuja unidade nasce de sua heterogeneidade e mobilidade.

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