Povo da Casa

MEXA

MEXA

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Foto: Flora Próspero


O Grupo MEXA, segundo o próprio coletivo define, é formado por “uma equipe interdisciplinar: artista, ativista, cabeleireira, atriz, cineasta, comunicadoras, jornalista, fotógrafa e as sem profissão (...), LGBT, QIA, cadeirantes, negros”. Se utiliza de táticas artísticas para defender e promover o encontro da diversidade da população em situação de vulnerabilidade social.O grupo se formou em 2015 e atua por meio de diversas ações em alguns centros de acolhida da região do Bom Retiro, em especial o Florescer, primeiro centro de acolhida de São Paulo destinado a mulheres trans em situação de rua.


O grupo foi selecionado em 2016 pela Residência para Coletivos e desde então continua usando o espaço para o desenvolvimento de suas práticas. A proposta desenvolvida durante a residência, 69 Salas H&V, parte de uma série laboratórios experienciais e vivências que buscam pensar e discutir questões ligadas à marginalidade a partir de relatos e histórias pessoais dos integrantes do grupo. 



Povo da Casa

Entre coletivos artísticos, movimentos autônomos, iniciativas comunitárias e associações do Bom Retiro, a Casa do Povo reúne projetos que fazem uso do espaço e participam de seu funcionamento. Essa comunidade autogerida, chamada Povo da Casa, desenhou uma série de acordos que garantem a sua participação na vida institucional. Forma-se, assim, um povo em constante construção – um encontro de iniciativas coletivas que driblam as diferenças culturais para criar um conjunto cuja unidade nasce de sua heterogeneidade e mobilidade.

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