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Residência para Coletivos 2019

Residência para Coletivos 2019

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Inscrições encerradas



Residência para Coletivos acontece desde 2015 e tem o objetivo de incentivar práticas coletivas que pertençam ao campo ampliado da cultura. Essas práticas, ligadas a corpos coletivos, nem sempre são contempladas em premiações e editais, muito embora se mostrem cada vez mais importantes e numerosas, sobretudo em contextos políticos adversos. 


2019: uma convocatória para a América do Sul

Em 2019 alargamos o raio da chamada para todos os países desta ficção geográfica que é a América do Sul. Alargar a chamada para alargar também os cruzamentos, sobreposições, interferências e contaminações de experiências artísticas, sociais e políticas possíveis – e impossíveis. Neste ano, o foco será em propostas artísticas, entendendo “artístico” dentro do campo ampliado da cultura. Para tanto, convidamos qualquer forma de agenciamento coletivo a enviar propostas para a Casa do Povo. 


As propostas não precisam ser projetos fechados, mas ideias em construção e/ou exercícios de imaginação a serem realizados em uma ou mais “plataformas do comum” presentes na Casa do Povo: a cozinha, a biblioteca e o jardim. Leia atentamente a convocatória antes de se inscrever.


COMO PARTICIPAR

Acesse a convocatória em PORTUGUÊS

Acesse a convocatória em ESPANHOL

FICHA DE INSCRIÇÃO

Inscrições encerradas



RESULTADO DA CONVOCATÓRIA 


Agradecemos a todos os grupos inscritos na convocatória da Residência para Coletivos, que acontece desde 2015, mas que nesse ano expandiu a chamada para a América do Sul. Foram recebidas 106 propostas de diferentes países, cidades, povoados e comunidades imaginadas do continente. Algumas vindas também das outras Américas, Central e do Norte, que infelizmente não puderam ser contempladas nessa ocasião. A qualidade das propostas e a diversidade das práticas coletivas ampliaram o entendimento da Casa do Povo e dos jurados sobre grupos artísticos atuantes, com alguns dos quais esperamos poder trabalhar em breve.



Coletivo selecionado

Legítima Defesa (São Paulo, Brasil)


O Legítima Defesa é um coletivo que abrange atividades artísticas, intelectuais, poéticas e políticas acerca da imagem da negritude e seus desdobramentos sociais históricos. Segundo o grupo selecionado,  “não podemos ignorar o fato de que no Brasil a escravidão é estrutural e estruturante”. Diante desse quadro, o Legítima Defesa irá desenvolver a proposta AMEFRICANIDADES, um espaço transversal de criação e reflexão de um outro olhar possível sobre a sociedade brasileira, a partir das experiências de negrxs e amerídixs.



Prêmio especial do júri

Laagencia (Bogotá, Colômbia)


 Foi decidido outorgar ao coletivo Laagencia um prêmio especial, que não  contempla o grupo como residente, mas oferece uma viagem de pesquisa à São Paulo para parte de seus integrantes. O Laagencia propõe pensar as relações Sul-Sul a partir de processos de arte+educação, sempre coletivamente, criando desestruturas e inventando pedagogias críticas que desbordem o sistema artístico, somando outros atores e práticas. 



Menção honrosa

Juntas na Luta (São Paulo, Brasil)


 O júri oferece uma Menção honrosa ao coletivo Juntas na Luta pela proposta de uma residência que articula diferentes territórios da cidade de São Paulo e por realizar desde 2012 um trabalho de troca de saberes, redes de cuidado e práticas de empoderamento feminino verdadeiramente transformadores. A equipe da Casa do Povo está em contato com o coletivo para pensar ações conjuntas e parcerias possíveis.



O júri foi composto por: Amanda Rahra (Escola de Jornalismo da Énois), Cláudio Bueno e Carol Tonetti (O grupo inteiro), Ana Druwe, Laura Viana e Marilia Loureiro (Casa do Povo).


Casa do Povo's programming expands the notion of culture, incorporating a large array of activities beyond artistic practices - from health and caring to community issues. The code of colors, filters and tags on the website helps to navigate through this entanglement of people and initiatives. Porous, mutant and critical, the programming allows the institution to structure itself without becoming rigid, to reinvent itself without growing precarious, to internationalize without giving up its local relevance, that is, in order to experiment with other forms of existence.

Regular activities

Courses
We strive to offer a lineup of courses that pique interest in the neighborhood and in Casa do Povo’s groups in residence, based on original and accessible practices (for those who offer, those who welcome and those who attend).


Study groups
In dialogue with the institution's axes, the study groups have various operational modes, some focused on internal processes, discussions and readings and others capable of overlapping into public events programming.

Projects

Commissioned works
Casa do Povo invites artists to develop new works, adapting its physical structure and guaranteeing the full operational existence of each project held here.


Publications
Each publication is understood as an extension of the projects developed and as a part of the events schedule.


Platforms
Combining processes and results, discourses and actions, artistic and academic work, Casa do Povo promotes encounters based on specific themes according to the urgent issues of the day.

Hosted events

Groups in residence can promote public activities that become part of the events schedule. Deliberately discontinuous and fluid, these activities establish close dialogues with the institution's work axes and help make Casa do Povo larger than it is, overflowing with community life.


Projects and proposals can be sent to info@casadopovo.org.br for assessment. At the same time, with the intention of encouraging this movement, an annual open call dedicated exclusively to collective practices has been launched.


Learn how to use the space.

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Nossa Voz
Nossa Voz

Nossa Voz is a publication by Casa do Povo. Literally “Our Voice,” the newspaper existed alongside the institution from 1947 to 1964, with texts in Yiddish and Portuguese and an editorial profile aligned with left wing ideals. It was shut down by the military dictatorship, which forced editor-in-chief Hersch Schechter and other contributors into exile. Relaunched in 2014, it continues to dialogue with its historical premises while rethinking its editorial directives.


The editorial committee relies on representatives from a wide variety of areas, meeting regularly to discuss issues concerning the city, memory and artistic practices according to the current political situation.

The publication is distributed free of charge and can be obtained at Casa do Povo during hours of operation, at partner institutions and some commercial establishments in the neighborhood of Bom Retiro in São Paulo.


Access recent issues below.

Click here to see old issues of Nossa Voz (1947-1964)